◆Ratinho Junior deixará o governo com alta aprovação, mas o Paraná não deixa de ser plural. A democracia exige que o vencedor governe para todos, inclusive para quem escolheu outro candidato.
◆Na política, os palanques são temporários e as alianças mudam de endereço. No Paraná e no Brasil, o eleitor precisa distinguir convicção política de conveniência eleitoral.
◆Enquanto Brasília transforma diferenças em trincheiras, o Paraná precisa discutir o que realmente importa. Emprego, segurança, saúde e qualidade de vida valem mais do que a guerra permanente entre partidos.
◆Na política, adversários de ontem podem ser aliados de amanhã. Ratinho Junior, Sandro Alex e Sergio Moro mostram que as alianças mudam quando os interesses eleitorais convergem. O que há de errado nisso? Nada!
◆O Paraná mostra que a política não se resume à polarização nacional. Gestão, resultados e aprovação popular também pesam na hora de escolher quem merece o voto.
◆O Paraná encerra a eleição com um novo cenário político.
◆As urnas deram a Moro uma vitória acima da maioria absoluta.
◆O resultado redesenha as forças políticas do Paraná.
◆Mais de três milhões de votos colocaram Moro no Palácio Iguaçu.
◆A eleição paranaense terminou sem segundo turno.
◆Sandro Alex e Requião Filho ficaram distantes da liderança.
◆Moro confirma nas urnas a força demonstrada durante a campanha.
◆Uma vitória que mudou o mapa político do Paraná.
◆O Paraná escolheu Moro para comandar o Estado.
◆Moro cruza a linha dos 50% e decide a eleição no primeiro turno.
◆A aprovação de Ratinho Junior se transformou em um dos elementos mais importantes do cenário eleitoral paranaense.
◆Sandro Alex cresce justamente quando Sergio Moro vê sua vantagem diminuir em parte das pesquisas.
◆Deltan Dallagnol apareceu entre os nomes competitivos na corrida pelo Senado, mas teve sua candidatura indeferida pelo TSE às vésperas da eleição. A decisão criou uma situação excepcional para milhares de eleitores que haviam declarado intenção de votar nele nas pesquisas.