Esse é o dado mais importante da pesquisa IRG.
A eleição para o Senado, no Paraná, não será decidida isoladamente.
A tendência é que o eleitor vote “em pacote”. Ou seja, governador, senador, grupo político, alinhamento ideológico e percepção de força eleitoral, andarão juntos.
Quem crescer para o governo, puxa o Senado junto.
Sandro Alex fortalece o grupo governista.
O crescimento de Sandro Alex ao governo fortalece diretamente os candidatos aliados ao Palácio Iguaçu.
Porque, Ratinho Junior aparece fortíssimo, Sandro cresce nas pesquisas e o PSD ocupa o estado com encontros regionais e presença permanente
.
Isso aumenta o peso político do grupo governista também na disputa senatorial.
O Senado pode virar eleição de rejeição.
Esse é um fator decisivo.
O Paraná possui eleitorado altamente polarizado.
Isso significa que nomes muito ideológicos possuem dificuldade de expansão, candidatos muito associados à polarização enfrentam teto eleitoral e figuras moderadas podem crescer silenciosamente.
O que a pesquisa realmente mostra.
A IRG revela um cenário muito claro:
✅ não existe favorito absoluto;
✅ a eleição será definida por alianças;
✅ Ratinho Junior continua sendo o maior ativo político do estado;
✅ Moro mantém força importante;
✅ e o Senado dependerá diretamente da disputa pelo governo.
E aí?
A disputa pelo Senado no Paraná deixou de ser uma corrida individual. Agora é uma guerra de blocos políticos.
De um lado, Ratinho Junior, Sandro Alex e a máquina estadual.
Do outro, Moro, PL e o eleitorado conservador ligado ao bolsonarismo.
No meio disso, Álvaro Dias resiste, Gleisi mantém sua base e o eleitor começa a escolher não apenas nomes, mas projetos de poder para o Paraná.
